O dízimo é uma contribuição recorrente nas igrejas de matriz católica. Essa contribuição é voluntária, mensal, regular e, normalmente, proporcional ao que foi recebido ao longo do mês. A finalidade desse valor é justamente ajudar na manutenção da igreja em questão. Para os católicos, o dízimo é uma forma de devolver a Deus, em forma de agradecimento a tudo aquilo que foi recebido pelo fiel. Ele nada mais é do que agradecimento e sinal de partilha com os irmãos e a comunidade cristã.

Quanto deve ser o dízimo?

tithing-1Muitos religiosos dizem que o valor do dízimo deve ser aquilo que o seu coração mandar. Porém essa tradição vem dos israelitas: eles ofertavam sempre 10 partes de tudo aquilo que as suas terras produziam – essa é a origem da palavra dízimo, décima parte. Eles acreditavam que Deus é tão bom que deixa 9 partes para usarmos como a gente desejar e só pede 1 única parte de tudo isso.

Independentemente do valor é essencial levar em consideração que o dízimo deve ser dado de coração e não é esmola, sobra e nem migalhas do que restou, afinal o Pai não precisa de nada. Ele é um ato de agradecimento e deve ser feito com alegria, reconhecimento e muito amor.

O dízimo tem que ser ofertado todo mês, todo bimestre ou só uma vez por ano?

A raiz do dízimo indica que o mesmo deve passar das mãos do fiel para a igreja sempre que for recebido algo, seja o cachê de algum trabalho, uma remuneração ou qualquer valor que entrar na conta. Assim, a cultura brasileira diz que o dízimo tem que ser ofertado todo mês, sempre que o fiel receber o salário de todos os meses. Os católicos devem se programar para retirar do orçamento esse valor mensal, caso contrário, o mesmo cairá no pecado de ofertar o resto, as sobras do seu salário – o que não é o que a igreja quer e nem o que representa o verdadeiro dízimo.